domingo, 25 de dezembro de 2011

Trilha de São Tiago

Lição número 1:
Companheirismo (Primeira Parte)
5.13
de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor;
Está aflito alguém entre vós? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. 5.14 Está doente algum
5.15
perdoados.
serdes curados.
e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lheão5.16 Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para
Perguntas Abrangentes:
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O que é companheirismo? (consulte um dicionário)
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O que é necessário para que surja o companheirismo entre as pessoas?
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Há diferença entre amizade e companheirismo?
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Qual é o valor de um bom companheiro?
Perguntas Específicas Sobre o Texto:
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a) Que compartilham suas ____________________ e suas ____________________ (vs 13).
b) Que promovem a _____________________ uns dos outros (vs 14-15).
c) Que _______________________ os seus ___________________ uns aos outros (vs 16).
d) Que ______________________________ uns pelos outros (vs 16).
Segundo este texto, companheiros cristãos são aqueles... (preencha as lacunas):
Perguntas de Aplicação Pessoal:
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Você tem um companheiro cristão? Quem é ele?
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Você tem orado com e por ele, quando lhe vem alguma aflição?
Este material de discipulado foi gentilmente fornecido pelo O SITE DO PREGADOR (www.ositedopregador.com.br)
Autor: Pr Ronaldo Alves Franco. Todos os direitos reservados ©.
Favor não apagar este rodapé.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A história das diáconas

O envolvimento das diáconas no apostolado da Igreja dos primeiros tempos é um facto indiscutível.

As mulheres que ajudavam Paulo

Devido ao contexto sociológico da época, a Igreja primitiva não pôde, de imediato, tomar consciência do que havia de revolucionário no novo sacerdócio proposto por Cristo.
Paulo sabia que o batismo de Cristo tinha abolido, por princípio, a distinção entre escravos e homens livres (Gálatas 3, 28) e, num dos seus textos, conclui logicamente que os escravos deviam ser libertados (1 Coríntios 7, 21-24).
Contudo, o sistema social vigente levou-o a aceitar a escravatura como um mal necessário. Da mesma forma, as idéias do tempo impossibilitaram-no de compreender em todas as suas dimensões a igualdade de homens e mulheres em Cristo, igualdade em que ele, aliás, acreditava firmemente (Gálatas 3, 28).
Neste contexto, é extremamente significativo que já no tempo de Paulo as mulheres exercessem um ministério na Igreja.
  • “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, serva (diakonos) da Igreja de Cêncreas… Tem sido uma protetora para muitos e para mim pessoalmente” (Romanos 16, 1-2)
  • A palavra diakonos aplicada a Febe não tem verdadeiramente o sentido da função ministerial precisa que terá mais tarde quando se aplicar às mulheres.
  • “Saudai Prisca e Áquila, meus colaboradores em Jesus Cristo”…
  • “Saudai Maria, que tanto se afadigou por vós”. Da mesma forma,
  • “Saudai Trifena e Trifosa, que trabalham pelo Senhor.
  •  Saudai a minha querida Pérside, que tanto se afadigou pelo Senhor (Romanos 16 1-16). Paulo refere-se aqui a tarefas apostólicas.
  • “Evódia e Síntique que lutaram comigo pelo Evangelho juntamente com Clemente e os meus restantes colaboradores” (Filipenses 4, 2-3). “Pelo Evangelho” indica, seguramente, uma participação na obra de evangelização.
  •  “Os apóstolos, entregando-se sem descanso à tarefa da evangelização, como convém ao seu ministério, têm consigo mulheres, não como esposas, mas como irmãs, para partilharem do seu ministério junto das mulheres que vivem em suas casas; pela acção delas, os ensinamentos do Senhor chegam aos aposentos das mulheres sem criar suspeitas”.
  • Plínio, numa carta ao imperador (111 d.C.), diz que fez prender duas mulheres cristãs que ocupavam uma posição oficial. Eles a chamam “ancillae” (= “diakounous”),
Tecla que, segundo confessou ao juiz de Antioquia, tinha convertido Trifena e um grupo de mulheres: “Ela foi a casa de Trifena e esteve lá durante oito dias instruindo-a na Palavra de Deus, de tal forma que a maioria das suas servas acreditou”
REFERÊNCIA: “Trabalham no Senhor”. Operosas. O verbo grego dá a idéia de “afadigam”. Trabalhavam até o cansaço.
Não era um trabalho eventual. Mereceram um cumprimento respeitoso de Paulo. Com elas se menciona Pérside, que “trabalhou”.
 Deveria ser mais idosa e elas, mais jovens. Juventude é um tempo excelente para trabalhar pelo evangelho.
A repetição de “trabalhar” dá a idéia de uma função. Deviam exercer funções na igreja.
Graças a Deus por tantos “leigos” e tantas mulheres que fazem a obra de Deus!
CONCLUSÃO :(1) O evangelho pode penetrar em todas as camadas sociais. Erramos quando o confinamos apenas aos pobres, porque eles nos ouvem. Ricos e nobres têm necessidades espirituais. E o evangelho tem a resposta para eles. E é indetível. Nunca devemos deixar de testemunhar ou nos recear pelo título ou pela posição social da pessoa. O evangelho tem poder (Rm 1.16).
(2) Trabalhar pelo evangelho não é só para homens. As mulheres têm valor e não podem se omitir. O evangelho lhes deve muito. Elas são o sustentáculo humano da igreja. O evangelho valoriza a mulher, e conta com o trabalho das mulheres.
(3) O trabalho para o Senhor não é algo a ser feito se sobrar tempo. Os chamados “leigos” precisam ganhar a vida fora da igreja, mas seu trabalho deve ser incessante, a ponto de se cansarem. Alguns vêem a igreja como lugar para ir e receber bênção e não como espaço para servir. O maior serviço a Cristo tem sido feito por chamados “leigos”.
(4) A igreja tem todo tipo de gente. Trifena e Trifosa eram nobres. Erasto era procurador da cidade (v. 23). Priscila e Áqüila (v. 3) faziam tendas. O pai de Rufo (v. 13) carregou a cruz à força (Mc 15.21). Era cireneu; de Cirene, África. Negros não passeavam na Palestina e Roma. Eram escravos. Nobres, oficiais civis, ex-escravos. Eis a igreja. Uma democracia. Ninguém é superior a ninguém. E todos podem e devem ser úteis, independentes de seu valor social.
Assim como as mulheres acompanharam Cristo no seu ministério (Lucas 8, 1-4), também mulheres participaram na criação das primeiras comunidades cristãs. Teriam elas tarefas específicas?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Boletim dos Obreiros

Gercino Maximiano de Araújo – Monjolos São Gonçalo RJ. Salmos 95: 1,2 - Vinde cantemos ao Senhor, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação. Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vistoriemo-lo com Salmos. Meus queridos irmãos, estamos chegando a mais um ano cheio de esperanças, principalmente para realizar aquilo que não conseguimos, ainda é sempre uma esperança a cada ano que passa, na graça de nosso bom Deus chegaremos ao poeto seguro. Aqui em monjolos estamos bem, os trabalhos estão indo de acordo com o que nos é permitido por Deus. Tudo na boa ordem, aqueles que permanecem estão firmes, unidos num só propósito de realizar o melhor para engrandecer o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não somos muitos mas estamos em comunhão uns com os outros e certamente esperando que Deus faça retornar os que se afastaram, mas nós não vamos desistir deles. Nosso ministério: este foi desenvolvido em algumas cidades. Estivemos em Ouro Preto na ocasião do aniversario de 80 anos do irmão Jairo Vieira da Silva, Presbítero daquela Igreja, foi uma bela reunião estavam presentes os irmãos das três igreja que existem naquela cidade, parentes e amigos numa confraternização na presença do Senhor, foi muito importantes na vida das pessoas que ali estiveram. Desjando um afetuoso abraço a todos que lerem este relatório, desejando um Feliz Natal e próspoero Ano Novo  na presença gloriosa de nosso Deus.06/12/2011 http://salvosparaservir-senhor.blogspot.com e www.icemco.net  @de_gercino. Twitter.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Adoração Extravagante


Se há uma expressão muito comentada nestes últimos dias é a tal da “adoração extravagante”. É comum ouvirmos críticas e comentários, bem como conhecermos ferrenhos defensores e analistas do tema. Desde já deixo claro que não quero me envolver com questiúnculas, pois creio que Jesus não está preocupado se estamos usando um termo agressivo ou se o nosso dicionário fala isso ou aquilo sobre “extravagante”. Extravagante quer dizer “insensato” ou “extravasante”? Penso que discutir isso é perda de precioso tempo (Tito 3:9).

O fato é que adoração extravagante e religiosidade extravagante existem há muito tempo. Um dos atos de adoração mais estranhos, insólitos e extravasantes que conheço foi praticado por Maria, irmã de Lázaro (aquela que foi “imortalizada” por Jesus em Mt 26.13). O texto mais detalhado dos 4 evangelhos encontra-se em Lc 7.36. Por favor, leia na Bíblia antes de prosseguir.

A princípio é importante que entendamos a história “por trás” do relato bíblico. A festa foi organizada por Simão (o leproso) para homenagear Lázaro, que fora ressuscitado por Jesus. No vs 36, vemos que Jesus era um mero convidado. Isto quer dizer que, mais uma vez na história do homem, o curado recebe mais atenção que o Curador.

A mulher pecadora (Maria) talvez estivesse percebendo, lá da rua mesmo, que as homenagens prestadas ao seu irmão, estavam desonrando Jesus. E como as mulheres não podiam participar dos banquetes masculinos, ela tinha que ficar do lado de fora. Mas Maria estava profundamente grata a Jesus pelo milagre que Ele havia feito. E algo estava errado naquela festa. Você sente a semelhança com alguns de nossos eventos de hoje?

Em questão de minutos a mulher vai até sua casa, pega um vaso cheio de ungüento (de nardo puro). O perfume representava suas economias de muito tempo, e equivalia a 1 ano de salário de um trabalhador. O nardo era uma planta odorizante, e seu bálsamo era muito caro, importado do Norte da Índia. Com essa disposição de ofertar o seu bem mais precioso Maria começava a adorar com extravagância.

No vs. 37 ela entra esbaforida e ansiosa na casa do fariseu Simão. Vendo Jesus à mesa, ela se derrama aos pés dele e chora copiosamente, “lavando” os pés de Jesus com suas lágrimas de amor e de adoração abundante. Como ninguém lhe estendeu um lenço ou uma toalha, Maria praticou mais um ato extravagante e arriscado: Soltou os cabelos e começou a enxugar os pés de Jesus. Naquela época as mulheres não podiam andar com o cabelo solto, apenas em casa na presença do marido. Talvez alguns “ex-clientes” da mulher pensaram consigo: Oba, Maria está de volta à ativa!

Enquanto a mulher estava em adoração extravagante, o fariseu vivia sua religiosidade extravagante. No vs 39 ele pensa consigo: “O que esta mulher está fazendo? Se Jesus fosse profeta não permitiria essa barbaridade, essa baixaria!”.

Jesus com toda paciência lamenta: “Oh fariseu querido, quando eu entrei na sua casa nem educado você foi. Você esqueceu até de oferecer água para lavar os meus pés. Não me deste ósculo; ela, entretanto, não parou de beijar meus pés”. (Obs: os fariseus eram tão religiosos e cegos, que na questão espiritual estavam mais distantes de Deus que a maioria do povo. Nisso eles eram campeões!).

Se alguém acha que se emocionar e se expressar com extravagância na presença de Deus é pecado eu não posso falar nada. Como diria um “sábio” da televisão brasileira: Minha boca é um túmulo! Só sei dizer que Jesus não repreendeu a mulher. Por outro lado, repreendeu o fariseu. Só sei dizer que a mulher fora recompensada com o perdão dos pecados e com a salvação (Lc 7.50). Já Simão levou uma “chicotada” das mais doídas de Jesus (você percebe alguma semelhança com Mical???). Penso que Simão só não ficou estéril porque era homem :-)

O fariseu é um religioso extravagante. Ele vem pra igreja e não oferece nada. Ele é orgulhoso, ele se acha superior e espiritual demais. Ele não gosta de se expor e de se expressar na presença de Deus. Ele condena a adoração dos outros, por mais “correta” que pareça. Ele se apega a questiúnculas. Ele quer discutir sobre coisas pequenas, mas se esquece da essência da adoração.

Nós precisamos ser adoradores, não religiosos. Nós precisamos oferecer a Deus algo de valor, como a mulher ofereceu o ungüento precioso. Precisamos adorar com humildade, e expressar nosso louvor sem qualquer tipo de vergonha e medo. Não devemos nos preocupar com os religiosos extravagantes, eles sempre vão estar lá. Sempre vão estar questionando, mas Jesus estará recebendo sua adoração, Jesus estará satisfeito com você!

O que você prefere ser? Um adorador extravagante ou um religioso extravagante? Pense nisso... a escolha é sua.


Um abração em Cristo Jesus


Ramon Tessmann

Adorar, porquê?


Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.

O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja  a um entendimento  nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse,  “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.  

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Nunca pare de sonhar

Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus. Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos. Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz. O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE !!! Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você. "Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O EFEITO DO PECADO NO SALVADOR

Precisamos enfatizar cuidadosamente a verdade fundamental que nosso Senhor Jesus Cristo não tinha capacidade de pecar. É extremamente fraco somente afirmar que Ele não pecou, sem enfatizar o fato da su impecabilidade, As Escrituras são claras: "Aquele que não conheceu pecado" (II Co 5:21), "nele nã há pecado" (I Jo 3:5), "O qual não cometeu pecado" (I Pe 2:22).

sábado, 5 de novembro de 2011

O SINAL DO MESSIAS

Zebulon e Naftalí  caíram sob o jugo da Assíria
(2º Reis 15.29): Nos dias de Peca, rei de Israel, veio Tiglate-Píleser, rei da Assíria, e tomou a Ijom, Abel-Bete-Maaca, a Janoa, a Quedes, a Hazor, a Gileade e a Galiléia, a toda a terra de Naftalí, e levou os seus habitantes para a Assíria.
Pelo o fato de o Messias vir a viver e ministrar na Galiléia, aquela região se tornou gloriosa: (Mateus 4.15-16)  Terra de Zebulon, terra de Naftalí, caminho do mar, além do Jordão, Galiléia dos gentios!  O povo que jazia em trevas, viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.
Dia dos midianitas: Uma referência à vitória de Gideão, sobre os midianitas, Jz.8.24-27:
O Messias virá como um bebê e como um dom de Deus, para ser um governante.(Luc 1.31-33); seus atributos são assim descritos: Maravilhoso,(sobrenatural, de modo que a frase se refere ao
Messias como); Conselheiro, sobrenatural que em sua primeira vinda, traria palavras de vida eterna e que, quando retornar reinará com perfeita sabedoria (Isaias 11.2).
Deus Forte: Este termo é aplicado a Javé, e prediz a vitória definitiva do Messias sobre o mal.
Pai da eternidade: Ou seja, Pai eterno. O Messias é eternamente um Pai para Seu povo; protegendo, provendo e cuidando de suas necessidades.
Príncipe da Paz: Àquele que traz a Paz em seu sentido mais completo de saúde, prosperidade e tranqüilidade. O homem como indivíduo pode conhecer Sua paz (Efésio 2.13) e um dia todo o mundo a experimentará.(Is 2.4).
O reino eterno do Messias sobre o trono de Davi, aguarda a Segunda Vinda de Cristo.
9.8-10.4 O julgamento iminente contra as dez tabus de do reino de Israel, seria merecido(v 8-12); repentino (v 13-17), Cruel (18-21); observe a guerra civil entre Manasses e Efraim, as duas tribus mais importantes do reino do Norte) e completo(10.1-4) as duas alternativas seria a morte ou o exílio v.4.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

AS SETENTA SEMANAS DE DANIEL

“24 Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressão, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarão, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação; e sobre a asa das abominações virá o assolador, e isso até à consumação; e o que está determinado será derramado sobre o assolador.” (Dn 9:24-27 ACF)Esta surpreendente passagem das Escrituras dá a seqüência cronológica de Deus para restaurar Israel e derrubar os poderes dos Gentios. A ocasião desta profecia das 70 semanas foi a oração de Daniel suplicando que Deus tivesse misericórdia de Israel (vv. 3-20). A visão das 70 semanas é a resposta de Deus (vv. 21-23). Nesta visão, Deus revela a Daniel a programação temporal e os eventos que levarão ao estabelecimento do reino messiânico de Israel.

O Povo A Quem A Profecia Das 70 Semanas Pertence

A profecia tem a ver com "teu povo" (referindo-se ao povo de Daniel, os Judeus [literalmente]) e com "tua santa cidade" (referindo-se a Jerusalém [literalmente]) 

O Propósito Das 70 Semanas (Dan 9:24)

O propósito é completar, totalmente cumprir as promessas de Deus a (e as alianças e profecias de Deus a respeito de) Israel [literalmente].


A Duração Das 70 Semanas
O termo hebraico aqui usado para semanas ("shebuah") significa simplesmente “grupos de sete.” O contexto é que tem que determinar se é uma semana de dias ou de anos. Por causa das seguintes razões, nós sabemos que o termo se refere a semanas de anos [isto é, cada semana é um grupo de sete anos].

1. As semanas que já têm sido cumpridas demonstram que estas são semanas de anos ao invés de semanas de dias. Dan. 9:25 diz que haveriam 69 semanas desde a reconstrução do Templo de Jerusalém até a vinda do Messias. Há alguma leve discordância sobre exatamente quando este período começa e termina, mas nós sabemos que houve menos de 500 anos entre a ordem para reconstruir Jerusalém e a vinda de Cristo. 69 semanas de anos seriam 483 anos. Assim, nós vemos que a parte da profecia que já tem sido cumprida exige que nós interpretemos as semanas como sendo semanas de anos. É razoável acreditar que a 70a semana será também uma semana de anos, isto é um período sete anos.


2. O conceito das semanas de anos era familiar ao pensamento judaico (Lev 25:3-9). Em Levítico capítulo 25, Deus ordenou que Israel pensasse em termos de períodos ou de semanas de sete anos. Cada sétimo ano a terra devia descansar.


3. Na altura da visão, Daniel tinha estado pensando em termos de semanas de anos. Em Daniel 9:2, ele estava pensando sobre a profecia de Jeremias que ensinava que Israel seria feita cativa por 70 anos. Nós encontramos esta profecia em Jer 25:11-12. Se nós olharmos para 2 Crônicas 36:21, nós encontraremos que a razão para esses 70 anos de cativeiro foi que Israel não tinha obedecido a Deus para guardar o sábado do sétimo ano tal como foi ordenado em Levítico capítulo 25. Assim, Daniel estava pensando em termos de semanas de anos [isto é, cada semana sendo um grupo de 7 anos] quando a visão de Daniel 9 foi dada.
A Divisão Das 70 Semanas
As 70 semanas (isto é, os 490 anos) que completam o programa de Deus para com Israel são divididas em três períodos distintos. Há sete semanas (49 anos), depois há 62 semanas (434 anos), e depois há a semana final (7 anos).

1. Durante as primeiras 7 semanas (49 anos) Jerusalém foi reconstruída em tempos trabalhosas. Isto é descrito no livro de Neemias. “A saída da ordem para restaurar e reedificar Jerusalém é o decreto de Artaxerxes tal como está registrado em Neemias 2. Durante os 49 anos seguintes, a cidade foi reconstruída” (Ironside).

2. As 62 semanas seguintes (434 anos) estendem-se desde a reconstrução de Jerusalém até a vinda do Messias. “Então, 434 anos mais tarde, nosso Senhor entrou montado [sobre um jumentinho] em Jerusalém e foi aclamado pelos multidões como o rei, o filho de David; mas, alguns poucos dias mais tarde, foi rejeitado e crucificado Assim, o Messias foi cortado fora” (Ironside).

3. Entre o final da 69a e o início da 70a semana está havendo um período de tempo indeterminado durante o qual o Messias foi cortado fora (rejeitado e crucificado), Jerusalém foi destruída pelos exércitos Romanos (no ano 70 d.C.), e estão havendo e haverá desolações até o final de tudo. A palavra hebraica traduzida como “desolação" também é traduzida como “destruição" (Oséias 2:12). Refere-se ao fato que Jerusalém tem sido repetidamente destruída e invadida [e sua população morta ou expulsa] durante todo o período em que estamos, entre o fim da 69a e o início da 70a semana. Não visto por Daniel está o interlúdio da época das igrejas, durante o qual o Messias foi ressuscitado e ascendeu de volta ao Céu para supervisionar o chamamento, de entre as nações, de um povo para Seu nome (Luc 19:11 - 27; Atos 15:14 - 18). “O anjo revelador disse a Daniel, “e até ao fim haverá guerra; estão determinadas as assolações” (9: 26). Isto dá a inteira história de Palestina pelos dezenove séculos passados. Ela tem sido um grande campo de batalha e uma cena de desolação quase que sem paralelo, porque Israel não reconheceu a época de sua visitação. [Portanto,] Seus tempos não estão em andamento agora: Deus está fazendo um outro trabalho. Enquanto os Judeus estão cegados, em parte, e são errantes sobre a face da terra, Deus está ajuntando e recolhendo para fora a Sua igreja, o corpo de Cristo, um exército celestial, que reinará com Cristo quando Este estabelecer Seu reino de [absoluta] justiça sobre [toda] a terra” (Ironside).

4. A 70a semana (os sete anos finais).
O príncipe do Império Romano revivido fará um pacto com Israel. Que o Anticristo se levanta de entre o Império Romano revivido é evidente pelo fato de que ele é chamado de o príncipe do povo que destruiu Jerusalém após a morte do Messias; este povo foi o povo de Roma. No meio dos sete anos, o Anticristo profana o Templo Judaico (comparar Mat 24:15; 2Tes 2:3-4). Haverá desolações até que Cristo retorne para derrubar o Anticristo (comparar Mat 24:16 - 21; Apo 11:2). A abominação que faz desolação marca a metade dos sete anos. Comparando com Mateus 24:15, nós vemos que Jesus coloca este evento dentro do período de Tribulação. Esta abominação da desolação provavelmente se refere à ocasião quando o Anticristo colocará a si mesmo como Deus (2Tes 2:4).

CONFLITOS ENTRE O POVO

Conflitos entre o povo e as autoridades Constituidas, aos poucos estão se espalhando pelo mundo. Desde o mes de novembro de 2010, iniciou-se um levante nos paises árabes, que culminou com a queda dos governos do Egito e da Líbia. Está previsto ainda, o fim das ditadiras no Iêmen e na Síria. As revoltas, que a princípio indicavam ser lutas de oprimidos em busca da liberdade, na verdade escondiam um desejo insano das massas, em se levantarem contra a ordem constituida.
Tanto é verdade, que nos meses seguintes, foram observadas manifestações na Europa e nos Estados Unidos. Estamos em meados de outubro de 2011. Os noticiásrios da TV afirmam que aconteceram manifestações de rua,algumas até violentas, em oitenta paises do mundo. Foram duzentas, as grandes cidades afetadas. Dizem que a razão destas manifestações é o desejo das pessoas, de que os poderosos, resolvam de vfez a crise financeira que assola certos paises, até bem pouco tempo considerados prósperos, onde se gosava abundantemente dos bens desta vida. ( A palavra de Deus)

É mais um sinal para os crentes, de que o mundo está mesmo entrando num tempo de profundas mudanças e de transtornos, que devem acabar somente com o fim. È bom que nos preparemo para tempos trabalhosos. As igrjas Cristãs andam meio perdidas, sem saber bem o que está acontecendo. Não são poucas as pessoas que estão vagando de igreja em igreja procurando onde melhor se adapta. buscando conforto pessoal  ao ivés de buscar segurança em Cristo Jesus. porque não tem certeza do que faz em termos de fé. Sendo assim, é preciso encontrar em Deus, na pessoas de Jesus Cristo e no Espirito Santo; o dicernimento, a força e o direcionamento necessário, para que sejam preservada a nossas vidas daqueles a quem nós amamos.

Encontro Missionário em São Paulo

Esta semana estive participando do encintro missionário que se realiza todo ano em São Paulo muito embora tenha 38 anos qie acontece este encontro , foi a primeira vez que participei. Não foi boa a minha impressão mas serviu para que eu fizesse um reclagem na munha vida. pois tudo que ouví neste encontro, se deu totalmente diferente de uma realidade que conheço nos meus quase 50 anos de ministério. portanto considero muito proveitosa a minha participação no encontro. Muitos valores que possuia cairam por terra, poré ficou uma dúvida... será isso tudo , e que caminho seguir diante de tanta informação supimpa e de grandes realizações que eu não vejo na prática. Se alguem interessado no assunto discordar de mim por favor: O meu telefone é:21-2701-4198 comunique-se comigo. Terei o maior prazer em discutir o assunto. Gercino Maximiano de Araujo