domingo, 25 de dezembro de 2011

Trilha de São Tiago

Lição número 1:
Companheirismo (Primeira Parte)
5.13
de vós? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor;
Está aflito alguém entre vós? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. 5.14 Está doente algum
5.15
perdoados.
serdes curados.
e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lheão5.16 Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para
Perguntas Abrangentes:
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O que é companheirismo? (consulte um dicionário)
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O que é necessário para que surja o companheirismo entre as pessoas?
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Há diferença entre amizade e companheirismo?
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Qual é o valor de um bom companheiro?
Perguntas Específicas Sobre o Texto:
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a) Que compartilham suas ____________________ e suas ____________________ (vs 13).
b) Que promovem a _____________________ uns dos outros (vs 14-15).
c) Que _______________________ os seus ___________________ uns aos outros (vs 16).
d) Que ______________________________ uns pelos outros (vs 16).
Segundo este texto, companheiros cristãos são aqueles... (preencha as lacunas):
Perguntas de Aplicação Pessoal:
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Você tem um companheiro cristão? Quem é ele?
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Você tem orado com e por ele, quando lhe vem alguma aflição?
Este material de discipulado foi gentilmente fornecido pelo O SITE DO PREGADOR (www.ositedopregador.com.br)
Autor: Pr Ronaldo Alves Franco. Todos os direitos reservados ©.
Favor não apagar este rodapé.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A história das diáconas

O envolvimento das diáconas no apostolado da Igreja dos primeiros tempos é um facto indiscutível.

As mulheres que ajudavam Paulo

Devido ao contexto sociológico da época, a Igreja primitiva não pôde, de imediato, tomar consciência do que havia de revolucionário no novo sacerdócio proposto por Cristo.
Paulo sabia que o batismo de Cristo tinha abolido, por princípio, a distinção entre escravos e homens livres (Gálatas 3, 28) e, num dos seus textos, conclui logicamente que os escravos deviam ser libertados (1 Coríntios 7, 21-24).
Contudo, o sistema social vigente levou-o a aceitar a escravatura como um mal necessário. Da mesma forma, as idéias do tempo impossibilitaram-no de compreender em todas as suas dimensões a igualdade de homens e mulheres em Cristo, igualdade em que ele, aliás, acreditava firmemente (Gálatas 3, 28).
Neste contexto, é extremamente significativo que já no tempo de Paulo as mulheres exercessem um ministério na Igreja.
  • “Recomendo-vos a nossa irmã Febe, serva (diakonos) da Igreja de Cêncreas… Tem sido uma protetora para muitos e para mim pessoalmente” (Romanos 16, 1-2)
  • A palavra diakonos aplicada a Febe não tem verdadeiramente o sentido da função ministerial precisa que terá mais tarde quando se aplicar às mulheres.
  • “Saudai Prisca e Áquila, meus colaboradores em Jesus Cristo”…
  • “Saudai Maria, que tanto se afadigou por vós”. Da mesma forma,
  • “Saudai Trifena e Trifosa, que trabalham pelo Senhor.
  •  Saudai a minha querida Pérside, que tanto se afadigou pelo Senhor (Romanos 16 1-16). Paulo refere-se aqui a tarefas apostólicas.
  • “Evódia e Síntique que lutaram comigo pelo Evangelho juntamente com Clemente e os meus restantes colaboradores” (Filipenses 4, 2-3). “Pelo Evangelho” indica, seguramente, uma participação na obra de evangelização.
  •  “Os apóstolos, entregando-se sem descanso à tarefa da evangelização, como convém ao seu ministério, têm consigo mulheres, não como esposas, mas como irmãs, para partilharem do seu ministério junto das mulheres que vivem em suas casas; pela acção delas, os ensinamentos do Senhor chegam aos aposentos das mulheres sem criar suspeitas”.
  • Plínio, numa carta ao imperador (111 d.C.), diz que fez prender duas mulheres cristãs que ocupavam uma posição oficial. Eles a chamam “ancillae” (= “diakounous”),
Tecla que, segundo confessou ao juiz de Antioquia, tinha convertido Trifena e um grupo de mulheres: “Ela foi a casa de Trifena e esteve lá durante oito dias instruindo-a na Palavra de Deus, de tal forma que a maioria das suas servas acreditou”
REFERÊNCIA: “Trabalham no Senhor”. Operosas. O verbo grego dá a idéia de “afadigam”. Trabalhavam até o cansaço.
Não era um trabalho eventual. Mereceram um cumprimento respeitoso de Paulo. Com elas se menciona Pérside, que “trabalhou”.
 Deveria ser mais idosa e elas, mais jovens. Juventude é um tempo excelente para trabalhar pelo evangelho.
A repetição de “trabalhar” dá a idéia de uma função. Deviam exercer funções na igreja.
Graças a Deus por tantos “leigos” e tantas mulheres que fazem a obra de Deus!
CONCLUSÃO :(1) O evangelho pode penetrar em todas as camadas sociais. Erramos quando o confinamos apenas aos pobres, porque eles nos ouvem. Ricos e nobres têm necessidades espirituais. E o evangelho tem a resposta para eles. E é indetível. Nunca devemos deixar de testemunhar ou nos recear pelo título ou pela posição social da pessoa. O evangelho tem poder (Rm 1.16).
(2) Trabalhar pelo evangelho não é só para homens. As mulheres têm valor e não podem se omitir. O evangelho lhes deve muito. Elas são o sustentáculo humano da igreja. O evangelho valoriza a mulher, e conta com o trabalho das mulheres.
(3) O trabalho para o Senhor não é algo a ser feito se sobrar tempo. Os chamados “leigos” precisam ganhar a vida fora da igreja, mas seu trabalho deve ser incessante, a ponto de se cansarem. Alguns vêem a igreja como lugar para ir e receber bênção e não como espaço para servir. O maior serviço a Cristo tem sido feito por chamados “leigos”.
(4) A igreja tem todo tipo de gente. Trifena e Trifosa eram nobres. Erasto era procurador da cidade (v. 23). Priscila e Áqüila (v. 3) faziam tendas. O pai de Rufo (v. 13) carregou a cruz à força (Mc 15.21). Era cireneu; de Cirene, África. Negros não passeavam na Palestina e Roma. Eram escravos. Nobres, oficiais civis, ex-escravos. Eis a igreja. Uma democracia. Ninguém é superior a ninguém. E todos podem e devem ser úteis, independentes de seu valor social.
Assim como as mulheres acompanharam Cristo no seu ministério (Lucas 8, 1-4), também mulheres participaram na criação das primeiras comunidades cristãs. Teriam elas tarefas específicas?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Boletim dos Obreiros

Gercino Maximiano de Araújo – Monjolos São Gonçalo RJ. Salmos 95: 1,2 - Vinde cantemos ao Senhor, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação. Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vistoriemo-lo com Salmos. Meus queridos irmãos, estamos chegando a mais um ano cheio de esperanças, principalmente para realizar aquilo que não conseguimos, ainda é sempre uma esperança a cada ano que passa, na graça de nosso bom Deus chegaremos ao poeto seguro. Aqui em monjolos estamos bem, os trabalhos estão indo de acordo com o que nos é permitido por Deus. Tudo na boa ordem, aqueles que permanecem estão firmes, unidos num só propósito de realizar o melhor para engrandecer o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Não somos muitos mas estamos em comunhão uns com os outros e certamente esperando que Deus faça retornar os que se afastaram, mas nós não vamos desistir deles. Nosso ministério: este foi desenvolvido em algumas cidades. Estivemos em Ouro Preto na ocasião do aniversario de 80 anos do irmão Jairo Vieira da Silva, Presbítero daquela Igreja, foi uma bela reunião estavam presentes os irmãos das três igreja que existem naquela cidade, parentes e amigos numa confraternização na presença do Senhor, foi muito importantes na vida das pessoas que ali estiveram. Desjando um afetuoso abraço a todos que lerem este relatório, desejando um Feliz Natal e próspoero Ano Novo  na presença gloriosa de nosso Deus.06/12/2011 http://salvosparaservir-senhor.blogspot.com e www.icemco.net  @de_gercino. Twitter.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Adoração Extravagante


Se há uma expressão muito comentada nestes últimos dias é a tal da “adoração extravagante”. É comum ouvirmos críticas e comentários, bem como conhecermos ferrenhos defensores e analistas do tema. Desde já deixo claro que não quero me envolver com questiúnculas, pois creio que Jesus não está preocupado se estamos usando um termo agressivo ou se o nosso dicionário fala isso ou aquilo sobre “extravagante”. Extravagante quer dizer “insensato” ou “extravasante”? Penso que discutir isso é perda de precioso tempo (Tito 3:9).

O fato é que adoração extravagante e religiosidade extravagante existem há muito tempo. Um dos atos de adoração mais estranhos, insólitos e extravasantes que conheço foi praticado por Maria, irmã de Lázaro (aquela que foi “imortalizada” por Jesus em Mt 26.13). O texto mais detalhado dos 4 evangelhos encontra-se em Lc 7.36. Por favor, leia na Bíblia antes de prosseguir.

A princípio é importante que entendamos a história “por trás” do relato bíblico. A festa foi organizada por Simão (o leproso) para homenagear Lázaro, que fora ressuscitado por Jesus. No vs 36, vemos que Jesus era um mero convidado. Isto quer dizer que, mais uma vez na história do homem, o curado recebe mais atenção que o Curador.

A mulher pecadora (Maria) talvez estivesse percebendo, lá da rua mesmo, que as homenagens prestadas ao seu irmão, estavam desonrando Jesus. E como as mulheres não podiam participar dos banquetes masculinos, ela tinha que ficar do lado de fora. Mas Maria estava profundamente grata a Jesus pelo milagre que Ele havia feito. E algo estava errado naquela festa. Você sente a semelhança com alguns de nossos eventos de hoje?

Em questão de minutos a mulher vai até sua casa, pega um vaso cheio de ungüento (de nardo puro). O perfume representava suas economias de muito tempo, e equivalia a 1 ano de salário de um trabalhador. O nardo era uma planta odorizante, e seu bálsamo era muito caro, importado do Norte da Índia. Com essa disposição de ofertar o seu bem mais precioso Maria começava a adorar com extravagância.

No vs. 37 ela entra esbaforida e ansiosa na casa do fariseu Simão. Vendo Jesus à mesa, ela se derrama aos pés dele e chora copiosamente, “lavando” os pés de Jesus com suas lágrimas de amor e de adoração abundante. Como ninguém lhe estendeu um lenço ou uma toalha, Maria praticou mais um ato extravagante e arriscado: Soltou os cabelos e começou a enxugar os pés de Jesus. Naquela época as mulheres não podiam andar com o cabelo solto, apenas em casa na presença do marido. Talvez alguns “ex-clientes” da mulher pensaram consigo: Oba, Maria está de volta à ativa!

Enquanto a mulher estava em adoração extravagante, o fariseu vivia sua religiosidade extravagante. No vs 39 ele pensa consigo: “O que esta mulher está fazendo? Se Jesus fosse profeta não permitiria essa barbaridade, essa baixaria!”.

Jesus com toda paciência lamenta: “Oh fariseu querido, quando eu entrei na sua casa nem educado você foi. Você esqueceu até de oferecer água para lavar os meus pés. Não me deste ósculo; ela, entretanto, não parou de beijar meus pés”. (Obs: os fariseus eram tão religiosos e cegos, que na questão espiritual estavam mais distantes de Deus que a maioria do povo. Nisso eles eram campeões!).

Se alguém acha que se emocionar e se expressar com extravagância na presença de Deus é pecado eu não posso falar nada. Como diria um “sábio” da televisão brasileira: Minha boca é um túmulo! Só sei dizer que Jesus não repreendeu a mulher. Por outro lado, repreendeu o fariseu. Só sei dizer que a mulher fora recompensada com o perdão dos pecados e com a salvação (Lc 7.50). Já Simão levou uma “chicotada” das mais doídas de Jesus (você percebe alguma semelhança com Mical???). Penso que Simão só não ficou estéril porque era homem :-)

O fariseu é um religioso extravagante. Ele vem pra igreja e não oferece nada. Ele é orgulhoso, ele se acha superior e espiritual demais. Ele não gosta de se expor e de se expressar na presença de Deus. Ele condena a adoração dos outros, por mais “correta” que pareça. Ele se apega a questiúnculas. Ele quer discutir sobre coisas pequenas, mas se esquece da essência da adoração.

Nós precisamos ser adoradores, não religiosos. Nós precisamos oferecer a Deus algo de valor, como a mulher ofereceu o ungüento precioso. Precisamos adorar com humildade, e expressar nosso louvor sem qualquer tipo de vergonha e medo. Não devemos nos preocupar com os religiosos extravagantes, eles sempre vão estar lá. Sempre vão estar questionando, mas Jesus estará recebendo sua adoração, Jesus estará satisfeito com você!

O que você prefere ser? Um adorador extravagante ou um religioso extravagante? Pense nisso... a escolha é sua.


Um abração em Cristo Jesus


Ramon Tessmann

Adorar, porquê?


Em Mateus 4:10, durante sua tentação, Jesus diz ao diabo – “ao Senhor Teu Deus adorarás e só a Ele darás culto” usando as palavras da Lei em Êxodo 20:4 e 5, quando Deus ordena ao povo de Israel: Só a Ele adoração e o culto.

O constante desígnio de Satanás é roubar aquilo que é devido a Deus – a adoração. Mesmo sabendo que fomos feitos para louvor e glória do Deus vivo, (Ef. 1:12 – a fim de sermos para louvor da sua glória, nós os que de antemão esperamos em Cristo)., o inimigo tem tentado de todas as formas deturpar o culto a Deus, limitando-o em formas e costumes em acordo mais com culturas e padrões humanos do que com o coração de Deus, assim foi com o povo de Israel, depois com a Igreja. Sutilmente a idolatria à imagens e ídolos foi se infiltrando no culto da cristandade e foi assim corrompendo o entendimento dos líderes e crentes em geral. A forma pagã e judaica de templo foi sendo imposta à Igreja fazendo assim que os templos vivos que somos nós os redimidos (I Cor 3:16), lugar da verdadeira adoração fossem reduzidos a simples membros na maioria “leigos“ que por dezenas de séculos de escuridão e inoperância foram dependentes de um sacerdócio externo para cultuar a Deus, de geração em geração, homens, imagens e ídolos de todas as formas se colocaram como intermediários daqueles que podem achegar-se com intrepidez ao Santo dos Santos através do novo e vivo caminho que é Jesus. (Heb.10:19 a 22)
Porém hoje o Pai está restaurando toda a verdade e isto diz respeito também a nossa vida de relacionamento com Ele, e a intermediação tem acabado, pois Cristo Jesus nosso único mediador tem levado a Igreja  a um entendimento  nesta área e por todo o mundo tem surgido um novo culto de verdadeira adoração àquele que é digno, Jesus que disse,  “ninguém vem ao Pai senão por mim”. Jo. 14:6.
Quando portanto Jesus focaliza ao Pai está focalizando também a si mesmo (quem vê a mim vê ao Pai – Jo.14:9) e está focalizando também ao Espírito Santo (Jo.14:26) . A trindade Santa portanto, são o foco da nossa adoração e a Eles nos achegamos com liberdade e amor.